| Olá, estimada esposa! (originalmente publicado em 12/12/2001) |
[Jun. 19th, 2006|11:51 pm] |
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| | None | ] | Olá, estimada esposa!
Escrevo esta carta para lhe simbolizar o bem-querer que sinto pelo seu ser; Não subestimo o sentimento que aflige o coração do meu bem estar. Soergui-me a este momento para vivificar a estação do corrente ano a vir, Sentindo d'um momento ao outro a brisa leve que meu rosto está a soprar...
Quando sinto minha maestria no filete de astros envolvendo o céu, Guardo minha opinião sincera em meio a rúbricas pintadas num véu, Pois o rosto está a brilhar em intensidade tal que mumifique um nascer De um colar de pérolas branco como a luz que quebra o rubro do partir...
Hoje não posso escrever as antíteses que lhe prometi em nossa vida, Nem sorrir ao alento de um vento bento, partindo-se na bruma branca Que engrandece e cega nossos espíritos, puxando para si o absoluto...
A luz que centelhava aos montes e ribombava aos ecos da morte Hoje é desafiada como a flama branda do amor sem perder o vermelho Que envolve sua face e no futuro dirá-se algo muito dependente...
Rima-se a palavra pequena Com o ardor de meu sentimento Que confunde-se com uma flama
Que, mesmo a pura Atena Não pode distinguir o momento Comigo, pessoa que a ti ama.
Beijos de seu marido. |
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