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Cola & Coffee [entries|archive|friends|userinfo]
Cola & Coffee

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Paulista [Dec. 26th, 2007|12:44 pm]
Cola & Coffee
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Venha até São Paulo!
Onde devemos estar não importa
É que podemos brincar, venha!
Tem concreto, sim, mas planta!

Planta seu sonho, aqui nasce
No stress, mas sem floresta
É que devemos cuidar, venha!
Tem gente, sim, mas enfrenta!

Enfrenta sua vida, ela tece
O destino, só de uma aresta
E brincamos podendo, venha!
Tem vida, sim, mas mostra!

Mostra sua cara, ela alegra
Sonhos dourados do barista
E cuidamos devendo, venha!
Tem calor, sim, mas vença!
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Ao pensamento d'ouro [Sep. 18th, 2007|06:34 pm]
Cola & Coffee
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Servem-se lembranças
Em nossa ciranda a infelicidade
Não tem qualquer vez
Conosco não escolhamos palavras.

Vamos todos ouvir
Os pingos d'água a cair na janela
Aos nossos semelhantes
Conferir toda nossa proteção.

Quem irá proteger
Aos que hoje conferem atenção
Os jovens d'ontem
Cresceram também desalentados.

O carro do sonho
Pode ser luz da mais escura
Não muito importa
Será decerto um brilhante.
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Ciclos [Jul. 28th, 2007|05:46 pm]
Cola & Coffee
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[Current Mood |cheerfulcheerful]
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Ciclos...

Rever dia 28/07/2006.
Continua a mesma definição. :)

---

Prosa e retruca,
Palavra e refrão,
Poesia e prosa,
Retruca e palavra,
Refrão e...

Vida.

---

A definição de ciclos é, digamos, praticamente imutável. Afinal, tudo o que acontece agora aconteceu de outra forma ontem. E o amanhã será o flertar do ontem. É especificamente atraente a definição atemporal de ciclo. Geralmente não é entendido porque ao tentar vê-lo em todas as suas entrelinhas não é lembrada a (inteira) linha dos acontecimentos.

Hoje... É ontem.
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Um sorriso no rosto [Jun. 23rd, 2007|01:15 am]
Cola & Coffee
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Fez-me ver o rosto mais lindo
Quando sorriu naquela vez, talvez primeira
E revelou alguns dos segredos
Que outrora poucos sabiam existir

Houve então um verso sem rima
Vindo de dentro, de uma alma
Ela vai muitas vezes não saber tudo
Mesmo assim deseja o sorriso

Em dez linhas não se diz muito
Nem em mil anos sente-se a totalidade;
No sorriso consigo ver a feição

D'uma menina que sorrirá para dentro
E enxergará a beleza que diz não ter
Para então cantar com o amor...
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A vida que todos querem [Jun. 21st, 2007|02:27 am]
Cola & Coffee
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Esse é um tema no mínimo,  digamos, controverso. Há pessoas que querem a paz; outras, a guerra. Amor; outras, a indiferença. A quietude; outras, as baladas, a movimentação. Tudo entra em nossas contas pessoais quando determinamos o que queremos para nossa vida.

Isso tudo faz parte da construção da sociedade. Há coisas que a maioria das pessoas quer nela; como discriminarmos certas coisas que requerem pouca divagação para surgirem da boca das pessoas, como futebol, moda, alegria - quesitos hoje almejados pela massa brasileira.

O brasileiro que lê isso e discorda comumente não se identifica com essa realidade. Tudo fica nebuloso, o compreendimento do mundo requer muito mais pensamento que ação, a identificação não é imediata ou não existe, a pessoa vê-se alienada ao mundo que a circunda.

Essa progressão também não é muito desconhecida, geralmente: quando o compreendimento do mundo requer muito mais pensamento que ação, significa "o que estou fazendo aqui?". A identificação não ser imediata ou não existir significa "será que aqui tem algo que eu consiga aproveitar?". E a pessoa se descobrir alienada é "eu não sou isso".

Um comprometimento que temos com nossa realidade é mantê-la como em um sonho. E de vez em quando o sonho de outras pessoas participa do nosso, podendo torná-lo um pesadelo se não houver uma linha de raciocínio para dissociar o 'nosso' do 'dos outros'. A posse é indissociável do ponto de vista do indivíduo quando com relação a seus desejos.

Para discorrer acerca de 'a vida que todos querem', é necessário explicar esse ponto de vista: a vida desejada por todos tem, na individualidade, de respeitar os aspectos únicos de cada personagem dessa história. Na coletividade, tem por objetivo a harmonia ou a possibilidade de convívio destes mesmos personagens.

Quando nos olhamos no espelho, vemos uma imagem psicologicamente incompleta, porque todos nós estamos em desenvolvimento e podemos até almejar coisas diferentes das que hoje fazemos ou até trilhamos para o futuro. Os objetivos estão mais ou menos ali quando resolvemos nos encarar.

As realidades, muitas vezes conflitantes, podem unir ou separar as pessoas nos planos nas quais estão convergindo para escrever uma página de história. Essa realidade quando escolhida para um relacionamento deve contemplar a aceitação da outra parte interessada, ou a relação fada-se ao fracasso.

Relacionamentos, maritais ou não, servem para explicarmos uma parte do que significa sociedade. Agem como fatores fortemente atuantes na seleção natural de quem ficará perto, quem ficará longe ou quem não ficará. E quando há ligação, ela sendo distante ou não, é porque há certa harmonia mesmo em um caos.

A sociedade, mais ou menos, quer paz para preservar-se. Diz-se mais ou menos porque às vezes ela paradoxalmente faz uso de violência como método de auto-preservação. Quer educação para coexistir de forma mais ou menos horizontal, moradia para simplesmente existir.

Então a vida que todos querem, na realidade, contemplará ao menos estes três fatores: a paz, a educação e a moradia, determinantes para a própria sobrevivência. Já profissões, sonhos de consumo e outros são fatores inteiramente criados pela própria sociedade para motivá-la a batalhar por algo mais que a simples moradia em paz com certa educação.

O cidadão cria, então, uma ilusão: o sonho de ter bens materiais. E torna a fomentar sua ganância por mais bens materiais esquecendo-se de que o primordial é relativamente fácil. A partir da conquista do primordial e do reconhecimento do que o é, ele pode resolver ser feliz. E, então, trazer para mais perto seus outros sonhos, que inclusive o moldarão para que ele se relacione com outros.

Não há nada de errado em tornar coisas capitais. Afinal, é apenas uma medida para referenciar trocas, seja entre cidadãos e cidadãos ou cidadãos e o governo. Apenas existe este efeito colateral: achar o capital insubstituível.

Em suma, o mais importante é que capital é capital; vida é vida. Não há correlação entre ambos, embora projete-se essa ilusão que, em certos casos, pode até funcionar como aporte (ahah) a uma lacuna psicológica.

Afinal, o imaterial foi "quem" criou o material, e não o contrário.
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Cantiga de bem-querer [Jan. 3rd, 2007|11:10 am]
Cola & Coffee
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Pertinho d'um caminho do pilar
Tem u'amor que nunca se findará
Da moça está o rosto a cintilar
Canto feliz a música será

Este pobre cavalheiro está rubro
A moça cobre seu rosto c'o véu
Envergonha o mais nobre sonhador

As novas vidas cantando nos céus
Saberão a hora de dizer olá
É quando ela sorri e diz alô.
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On The Exhortation [Nov. 22nd, 2006|04:45 pm]
Cola & Coffee
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--- Based on The Exhortation, written under the reign of Henry the VIII ---

Part I

We ought to pray, that his blessed wyl may be fulfylled here in this world emonges us his mortall creatures, as it is of his immortall angels, and of al the holy company of the heavenly spirites.

The prayer among mortal beings does not always fulfill god's will, neither his immortal angels one. It is a very consideration: acceptance of the unknown would satisfy His role on creating the universe, the mankind and the earth as we know it.

Making our prayers and supplications like:

Let is make our prayers, and supplycations, rendrynge and gyvyng of thankes for all men, and namely for kynges, princis, and al other set in chief dignitie and high roumes, that by theyr godly governance, theyr true faithfull and diligent execution of justice and equitie on to all their subjectes, our heavenly father may be glorified, the common welth may be daily promoted and increased, and that we al, that are theyr subjectes, may live in peace and quietnes, with al godlines and vertue, and our christen princis & heades in unitie and concorde emonges them selfes, ever callyng uppon theyr heavenly father, whiche is the king of all kynges, and the lorde of all lordes, which shall judge without respecte of persone, accordynge to every mans doing or workes, at whose hande the weake shall take no wronge, nor the myghty may not by any power escape his juste judgement.

Will assume the responsibility of the dignities who rule our kingdom; though the word 'kingdom' in a democratic world seems outdated, today's politics are no different because the human being's needs are still the same: shelter, food and education.

However, should we compare the equity of a sovereign king to the equity of a parliament, we will find that the parliament loses the personality of a single entity (which can be blamed if the society fails) giving raise to an entity that has no fixed status because it is everchanging.

The challenge of giving away that personality lies in that the common have no more personalities to pursue or dreaming of becoming equal to; the equality of a kingdom and a person is also lost: if you wanted to overthrow a kingdom, you should kill or overthrow the king or the queen. If you want to overthrow a democracy, you must overthrow its many rulers, which is a good way to both spread and contain power without fearing the common's requests of transparency.

The seconde thyng to be lerned concernyng praier, is to knowe, howe we shal make true praier, so that it may be graciously harde, and mercyfully graunted of oure heavenly father.

The grace of which our prayers will be heard is, of course, parallel to a benign behaviour towards the other commons. Seldom the prayer will be directed to solving problems with other common people, and these may be solved either by forgiving or combatting them fiercely through the faith it brings, which almost always happen.
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Ciclos [Jul. 28th, 2006|01:32 am]
Cola & Coffee
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[Current Mood |contemplativecontemplative]
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Tudo acontece em nossa vida.
Mais ou menos presentes hoje
Sem sentido ser não é, certo que
A conta será sempre zero.

Pessoas são ciclos
Coisas são finitas.
Os ciclos têm de ser respeitados.
E as coisas merecem cuidado.

O respeito é o mártir
De quem sempre o bem quer.
O cuidado é o chão
Para a planta viver.

Quando digo que a conta será sempre zero
Repito que do universo nada vai passar.

Ao repetir que tudo em nossa vida acontece
Relembro: tudo terá seu troco e trocadilho.

Mais um ciclo se passa...
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This could be heaven for everyone // Isto poderia ser o céu para todos [Jul. 6th, 2006|01:32 am]
Cola & Coffee
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This could be heaven for everyone

Everything that we can see is life
Sprung through all beings at all times
Never knowing what is really true
Still being able to defend what is pried.

The sole power of doing is possessed
To build a future from the past
As it may be imagined and conceived
Even if it is not believed nor crafted.

They may try to take everything down
And retrieve from our souls the honour
However never can the will be stripped.

It is possible to take the belief away
And torn hope and make us cry
Even when the ideas had not been blocked.

---
(tradução para português: não tem todo o sentido)

Isto poderia ser o céu para todos

Tudo o que vemos é vida
Espalhada por todos os seres em todos os tempos
Nunca sabendo o que é realmente verdade
Ainda sendo capaz de defender o que obtemos com dificuldade.

O puro poder de fazer é possuído
Para construir um futuro do passado
Como pode ser imaginado e concebido
Mesmo que não seja acreditado ou construído.

Eles podem tentar destruir tudo
E tirar de nossos espíritos a honra
Mas nunca pode a vontade ser removida.

É possível tirar a crença fora
E quebrar a esperança e fazer-nos chorar
Mesmo quando as idéias não tiverem sido bloqueadas.
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Perfeição [Jul. 3rd, 2006|09:04 pm]
Cola & Coffee
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Explica-me o que perfeição é
Porque a palavra, com simplicidade,
Faz-me renegar o que sinto certo
E faz-me simplesmente concordar.

Amanhã a realidade será outra
Mas perfeição só existe a única
Enfadonha e mordaz, mas sincera
Tanto que o mundo me faz enxergar.

Ela também obedece a cascata da vida
Linda e temida e a todas as leis,
Mesmo as dos homens, com perfeição
Jamais vista nem tão renegada quanto.

A falta é também uma virtude, sim,
Porque quando falta há abundância
Em outros lugares talvez desconhecidos
Mas sempre igual, feito perfeição.
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